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sábado, 22 de maio de 2010

A vingança cap. 16 Entrega

Oie...
Viram que massa o irmão de Alec, pena que não é mais bunito que ele. SÓ minhas secas pra inventar isso! haushaus.  

Boa Leitura...





16 Entrega






Todos nos olhavam,na verdade estavam olhando Jane. E ela encarava Aro com os olhos amedrontados, eu nunca tinha a visto com medo,e aquela foi a primeira vez de muito tempo.






- Santiago, Alec e até mesmo você Pablo saiam do lado da traidora.- Disse Aro. Santiago foi o primeiro a obedecer, Pablo não faria nada ate que eu fizesse e naquele momento eu não sabia o que fazer.






- Alec eu lhe dei uma ordem,e a você também Pablo.- Pablo me olhou e vi que ele também estava com medo,indiquei para que ele saísse de perto de mim, mas ele fez que não com a cabeça e continuou no mesmo lugar. Olhei para cada um, calculando o que eu poderia fazer,talvez não muita coisa pois mesmo se eu usasse meu poder para dar tempo de Jane fugir, meu esforço seria em vão por quê eu também estaria condenado e depois Demetri com certeza acharia Jane e de qualquer forma ela morreria.






- Vem Pablo.- Sai de perto de Jane,e ela me deu um olhar ilegível.






- Muito bem,vamos para sala dos lideres. Pablo você ainda é bem forte,ajude Alec a trazer Jane,com vocês dos a segurando ela não poderá lutar e nem tentar fugir.- O que Aro queria de mim,como ele podia me mandar fazer aquilo? Eu não iria ajudar a matar minha própria irmã. Fiquei parado,e não obedeci.- Alec estou sendo muito paciente com você ultimamente,e você tem sorte por eu não condena-lo junto com Jane,ou pensa que eu esqueci que você e Pablo acoitou a traição dela. Então não me faça mudar de ideia. - Nem as ameaças de Aro,iriam me obrigar a arrastar Jane para a morte.- Alec,a menos que você não tenha amor a sua vida,e nem a vida de Pablo traga Jane agora.- Aro queria me castigar, só pode!. Eu não iria fazer aquilo,e nem mesmo ver minha irmã morrer sem fazer nada a respeito,eu sei que é um erro e muito arriscado mas eu iria ajuda-la. Olhei para todos ali,quando começaram a cair com os olhos enevoados, até mesmo Renata estava sobe efeito do meu poder.






- Vai Jane, fuja.






- Mas e você?.






- Não importa,agora vai.






- Vão te matar,e a Pablo também.- Era verdade,mas não tinha outro jeito era aquele,ou aquele.






- Eu dou meu jeito,eu e Pablo vamos ficar bem.- Sera que era verdade? Espero que sim.






- Vocês não vão,eu sei. Pablo, e muito menos você não podem pagar pelos meus erros,eu vou ficar,agora pare de usar seu dom.






- Você esta louca? Não vou parar de usar meu dom até que você esteja longe daqui,vai, agora!






- Não vou,você acha mesmo que vou deixar você morrer? Pare Alec, libere os volturi.






- Não!.






- Agora.- Ela disse,eu não obedeci. Então eu comecei a queimar por dentro,a dor era tão insuportável que não tive forças de continuar usando meu poder.






- Jane pare,só quero te ajudar.- Eu disse baixo e entre dentes pois nem minha voz saia direito.






- Eu não preciso da sua ajuda Alec,eu quero mas que você e esse clã se explode.- Ela terminou de falar,e a dor parou.






- Esta vendo Alec,é isso que você ganha da traidora.- Disse Aro com um sorriso idiota no rosto.- Agora,vê se aprende e me obedeça, e traga sua irmã.- Quando ele terminou de falar,Jane levantou os braços um para mim outro para Pablo.






- O que você esta fazendo? Se entregando assim? Sem fazer nada?.






- É! Talvez eu devesse fazer mesmo. Mas pensando melhor, devo cuidar do meu irmão imaturo e imbecil e não deixa-lo morrer em meu lugar.- As palavras fugiram da minha boca,olhando ali para ela tão determinada a me proteger, e eu não podia fazer o mesmo por ela.






- Alec é a ultima vez que falo,a traga já!.- Eu estava segurando um dos braços dela,mas não tinha coragem de puxa-la, eu estava paralisado. Então ela mesmo começou a andar,mas minhas mão ainda estavam em seu braços, e eu de uma forma que não sabia explicar não consegui solta-los.






- Não fique triste Alec,você não pode fazer nada. Alem do mas você ate que tentou,ela que se entregou.- Sera que a tristeza estava tão transparente em meu rosto, para Pablo me dizer aquilo?.






- Eu sei.- Respondi,sem olhar para ele.






- Minha querida Jane,você sabe porque está nesta situação não é?.- Começou Aro,já na sala dos lideres rodeado de todos os vampiros.






- Sei,e não me arrependo de nada.- Ela respondeu com a voz fria.






- Ótimo! Mas você sabe que seus amiguinhos vão virar um dos volturi,mas caso contrario vão morrer todos como você.






- Não se iluda Aro,eles nunca aceitaram sua proposta. E de qualquer forma você não tem como encontra-los.






- Claro que não sei,você que vai me dizer onde eles estão.- Ele se aproximou de Jane e a tocou, mas quando ele acabou de escutar seus pensamentos,vi que a fúria havia subido nos seus olhos e ele trincou os dentes e deu um tapa no rosto de Jane,mas ela ao invés de se enfurecer também ficou com um sorriso satisfatório no rosto. Fiquei curioso,mas o que sera que Aro tinha visto?.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A vingança cap. 15 Confissão

OI gente, desculpe, demorou porque eu tava sem comp em casa tá!  Mas prometo que apartir de hoje toda segunda, quarta e sexta postarei 2 cap. Atéw ficar em dia, claro!
bjos, não vou impata!




- Tá esperando o que Santiago?.- Perguntei.



- Jane você se lembra quando você me chamou,para ir para outro Clã com você?.- Ele perguntou.


- O que? Você disse a ele?.- Perguntei perplexo,eu sabia que Jane era muito amiga dele. Mais a tal ponto não.


- Sim,mas isso não vem ao caso,deixa Santiago terminar.- Ela disse,e indicou para que ele terminasse.


- Então Jane, antes de mas nada. Te peso perdão. Sabe,eu fiquei muito assustado e acabei contado tudo a Aro.- Quando ele terminou de falar,me lembrei do dia em que ele veio me pedir desculpas sem mas nem menos.


- Não acredito que você fez isso comigo.- Disse Jane decepcionada.


- Bem feito para você Jane,você sabe que não pode confiar em ninguém além de mim aqui,e você foi conta logo pra quem? Para o medroso do Santiago,você sabe muito bem que ele morre de medo do Aro. Você é um babaca cara,por isso você me pediu desculpas aquele dia nê!.


- Sim! Eu precisava pedir desculpas a alguém,e você me perdoou Alec.


- Não vem com essa,eu nem sabia o que era,e além do mas você me pegou em um momento ruim.


- Por favor, Jane me perdoe.?


- Eu te perdoar? Vou fingir,que não ouvi isso.


- Jane,não faz isso comigo. Preciso que você me perdoe.


- Quem é você para me pedir perdão? Você é um volturi, esqueceu? Os volturi nunca perdoam, e muito menos pedem perdão.


- E você esqueceu,que já foi uma volturi? Não estou mas errado que você Jane.


- Cale a boca,você não sabe de nada. Quando você parar de andar agarrado nas barras da calça de Aro,você vem falar comigo, seu covarde.- Disse Jane nervosa.


- Não sou covarde. Tanto que estou aqui te pedindo desculpas,e também vim te ajudar.


- Me ajudar como?.


- Vim te avisar, você precisa ir embora. Agora mesmo,eles estão planejando..- ele pausou,e abaixou a cabeça.- Eles querem te matar hoje.- Dessa vez eu que fiquei nervoso.


- Santiago,eu que quero te matar. Por sua causa minha irmã pode morrer.


- Estou tentado ajudar,acredite Alec estou muito arrependido.


- Se você fere alguém com uma faca,e essa pessoa ficar se roendo de dor. Você se arrepende,pede desculpas. A pessoa te desculpa, mas essa mesma desculpa vai passar a dor dela?. Acho que não,então não me venha com seus arrependimentos inúteis.


- Tudo bem não peso mas desculpas,mas vocês podem aceitar minha ajuda. Eu sei de quase tudo,pois depois que contei os planos de Jane a Aro,ele achou que eu era um forte aliado para destruir Jane e esse novo clã. Ele me propus,que eu aceitasse a oferta de Jane,e descobrisse onde eles vivem,e atacá-los desprevenidos. Mas depois os planos mudaram,pois Aro não queria perde Alec também,deixou a historia de estender por um tempo. Mas ontem,quando ele ouviu os pensamentos de Pablo,e descobriu que Jane,na verdade era outra pessoa,e que Alec mesmo sabendo de tudo,de uma forma ou de outra não tinha mudado de lado. Ele decidiu atacar Jane hoje,e enquanto o novo clã. Como Jane não me disse os poderes deles,Aro não sabe,mas pelo menos de um ele sabe,se não me engano o nome dela é Anita,ele gostou muito do poder dela. Então ao invés de destruí-la,ele quer que ela se una a ele. E dependendo dos poderes dos outros,ele vai fazer a mesma proposta. Mas se eles não aceitarem,vai matar todos.


- Ele jamais,se uniram aos Volturi.- Disse Jane confiante.


- Não entendo,se Aro quer os poderes do novo clã. Por quê ele vai matar Jane,ela não é de lá? O certo era ela continuar servido aos volturi,e não morrer- Disse Pablo,ele ficou tanto tempo em silêncio que eu ate tinha esquecido que ele estava ali. Mas a pergunta dele fazia sentido.


- Eles acham que a traição de Jane não tem perdão,e não podem mas confiar nela.- Respondeu Santiago.- Jane vai,vai embora agora,você precisa fugir antes que seja tarde.- Jane sorriu sem humor.


- Não vou fugir,não sou covarde igual a você Santiago, sei encarar meus problemas. Nunca fujo de nada.- Jane precisava fugir mas o orgulho dela falava mas alto.


- Jane vai,não seja burra. Se você ficar aqui vai morrer. Acho que nem eu vou poder ajudar você,procura Anita, ou qualquer outro. Mas vai.- Eu disse.


- Claro que não,se eu for atrás deles Demetri vai me rastrear e achar a todos.


- Então, vai sozinha. Jane não seja orgulhosa,você sabe que não pode com todos os volturi sozinha.- Ela pensou por um momento.


- Tudo bem eu vou.- Ela tirou o cordão que ganhamos da nossa mãe quando éramos crianças,era um cordão cara metade em forma de coração. Na verdade,minha bisa-avó deu a nossa avó,que deu a nossa mãe. Não sei por quantas gerações ele percorreu. Só sei que era dado,ao primeiro filho e ao marido,ou a esposa na hora do casamento. Mas como minha mãe teve gêmeos. Deu a metade do meu pai para mim,e a metade dela para Jane,logo que nascemos.


- Porque esta me dando isso?. Perguntei confuso,Jane nunca foi sentimentalista.


- Não sei,se vamos nós ver de novo,quero que tenha uma coisa importante que seja minha.


- Obrigada.- Em troca,dei a ela uma pulseira,de ouro branco que eu tinha. Não tinha significados específicos para mim,só sabia que foi de um rei,e eu tinha ganhado de Renata.- Toma conta,eu gosto muito dela.- Eu disse,e Jane me abraçou. Ela me pegou de surpresa,acho que foi o primeiro abraço que ela me deu depois que nos transformamos.


- Já vou.- Ela disse,e me ofereci a ir com ela ate a porta. Santiago e Pablo veio conosco. Quando estávamos chegando perto do salão real,encontramos Felix.


- Onde pensam que vão?.- Perguntou ele.


- Não te interessa.- Respondeu Jane.


-É,claro que não. Mas acho que a fuga de Jane interessam a todos.- Quando olhamos em volta, estávamos cercado por todos os volturi que existiam naquele Clã.

sábado, 1 de maio de 2010

A vingança Cap. 14

Entrei silenciosamente,botei Jane na cama e Aro assim como Anita e Pablo estavam me encarando,


o silêncio reinou durante alguns instantes ate que Aro o quebrou.

- Quem é esta vampira Alec?.- Eu não sabia o que dizer,mas teria que pensar em algo,e rápido.

- Ela me atacou.

- Nossa, Que horror! E por quê não a matou? Ao invés disso a trouxe para cá.

- Ela é muito linda para morrer,você não acha?- Atrás de Aro,Anita deu um sorriso tímido de satisfação com o meu comentário.

- Sim muito linda,mas ainda não entendo o que vai fazer com ela quando parar de usar seu dom nela, suponho que ela te atacara novamente.- Bem melhor! Se Aro achava que era meu dom,ficaria mas fácil de mentir.

- O que vou fazer com ela,é problema meu. Mas não se preocupe,ela estará em boas mãos.

- Não duvido que ela estará,mas tome cuidado, não gosto de invasores aqui,vai que alguns amigos dela venha busca-la, eu terei que mata-los.- Ele disse olhando para Anita.- Já vou indo crianças,e Alec, eu sei que você não quer,mas mesmo assim,não se misture com maus companhia. Não quero condenar mais um vampiro tão importante para mim.- De quem sera que ele estava falando? Sera que era de Jane? Mas eu ainda tinha minhas duvidas de que ele realmente sabia,pois estava muito calmo com a situação.

- Pode deixar!.- Eu disse,e ele saiu. Ninguém disse nada,pois sabíamos que ele ouviria. Mas quando tivemos certeza de que ele não poderia mas ouvir,eu fui o primeiro a falar.

- Mas que diabos ele estava fazendo aqui?.

- Nada.- Respondeu Pablo,dando de ombros.

- Nada? Como assim nada? Alguma coisa ele veio fazer aqui.- Eu disse olhando para Anita.

- É,ele não veio fazer nada. Quando você chegou,ele tinha acabado de chegar com Pablo.

- O que? Eu disse para você ficar de olho nele.

- Eu fiquei,mas ele pediu para dar uma volta e eu deixei.

- Você deixou ele andar sozinho por ai?.- Me irritava que Pablo ficasse atrás de mim o dia todo,mas a verdade era que ele não podia ficar sozinho. Além do descontrole enorme que ele tinha quando via Caius,qualquer um naquele clã não perderia uma para fazer mal a ele, e sem ninguém para protege-lo. Ele seria um prato feito para qualquer um.

- Sim,ele foi sozinho. Por quê, alguma problema?.

- Você ainda pergunta? Mais é claro que tem problema. Pablo o que Aro queria com você?.

- Não sei, ele só me perguntou algumas coisas sobre minha vida.- Aro nunca se importou com Pablo,por ele, Pablo já estaria morto. Ele com certeza queria alguma coisa,pois não se daria ao trabalho de falar com ele.

- Ele tocou em você Pablo?.- Perguntei,torcendo para a resposta ser não. Mas de alguma forma inconsciente eu sabia que era sim.

- Andamos de mãos dadas,ele ate que foi bem legal comigo.- Agora sim eu tinha a absoluta certeza de que Aro sabia tudo e mas um pouco sobre a traição de Jane.

- Não se iluda Pablo,Aro não é legal com ninguém ate querer alguma coisa. E você não podia ter deixado ele tocar em você,eu já te disse o dom dele.

- O que? Agora ele sabe de tudo?.- Anita perguntou irritada.

- Sim,ele sabe de tudo. Tudo que Pablo escutou nós conversando, ele sabe. Sabe ate que você não é a Jane. Completamente tudo.- Agora eu entendia aquele jogo de palavras dele,antes de sair daqui.

- Como podê ser tão irresponsável seu moleque idiota.- Disse Anita,quase gritado para Pablo, e ele abaixou a cabeça.- Como pode ser tão burro em?. Fala ta! esperando o que?.- Pablo ficou em silêncio.

- Fala assim com ele não. Ele não tem a obrigação de ficar guardando segredinho seu,e muito menos ter que ficar ouvindo desaforos.- Pablo tinha seus defeitos,mas com o tempo eu estava aprendendo a gostar dele. Ele era um garoto bom,que apesar de tudo que fizeram a ele,estava sempre feliz, não desejava o mal de ninguém. Ate mesmo daqueles que desejavam o dele,acho que ele não veio parar na minha quase vida por acaso,ele estava me ensinando a ter pelo menos um pouquinho de humanidade,e era uma coisa que eu já tinha perdido a muito tempo.

- Claro que falo, esse idiota, maluco tem que aprender o que responsabilidade.

- Responsabilidade de que? Sua? Como se ele tivesse a obrigação disso,melhor você para de insulta-lo, se não eu mesmo te entrego para Aro.

- Que saber,que se dane. Não adianta brigar com vocês. Já esta quase tudo perdido mesmo,vou trocar de lugar com Jane.- Quando ele terminou de falar,tocou em Jane,e em menos de 10 segundos elas já estavam destrocadas.

- Que demora,pensei que tinham esquecido de mim.- Disse Jane.- Anita melhor você ir embora,se Aro já sabe nosso plano de você trocar de lugar com ele,não vai adiantar muito coisa você ficar aqui,ao contrario só vai trazer mas problemas.

- Como você sabe disso? Pensei que estivesse inconsciente.- Perguntei.

- Quando estou no corpo de Anita,claro que fico incapacitada de me mover não tenho o dom dela para isso,mas fico ciente de tudo que se passa a minha volta.

- Ata! Mais o que vocês vão fazer agora?.

- Como eu disse. Anita,deve ir embora. Não é seguro para ela ficar aqui.

- Mas e você?.- Perguntou Anita,a voz dela era um pouco aguda,mas era linda.

- Eu vou ficar bem, Aro não vai fazer nada por enquanto,se fosse para fazer já teria feito.

- Tem certeza que não é melhor você ir? Vai enquanto ainda é tempo,vai espera a bomba explodir para fugir.

- Não me faça ir Alec,não vou fugir. Alias, ninguém vai. Só precisamos de tempo,e eu vou ficar! ainda tenho umas coisas a fazer. Vai Anita,fala para os outros o que ouve.

- Tá bom,eu vou, mas por favor,se cuida.- Ela abraçou Jane,deu um sorriso para mim e para Pablo e saiu correndo.

O resto da noite passou tranquilo,era como se nada estivesse acontecendo. Pela manhã estava eu,Pablo e Jane trás do castelo volturi ate que Santiago chega desesperado.

- Jane você precisa ir embora agora.- Disse ele.

- Por que? O que ouve?.- Ele não disse nada,ficou parado e vi que em seu rosto tinha vergonha.- Fala Santiago.- Insistiu Jane.

-Jane, eu preciso te confessar uma coisa.

A vingança Cap. 13

Anita não tinha voltado daquele dia,e quando voltou evitava ao máximo fica perto dos outros vampiros, mal sabia ela que isso era um erro, Jane jamais faria isso, ela sempre estava perto de Aro ou Santiago entre outros, mas nunca sozinha e muito menos comigo. Era o que ela estava fazendo pois ela como Pablo pareciam minha sombra onde eu ia eles viam atrás. Com Pablo era pior, porque além dele fica trás de mim o dia inteiro,pedia permissão pra tudo. Isso me irritava. eu disse a ele mil vezes que eu não mandava nele,ele podia fazer o que ele quisesse se estivesse dentro das condições que dei a ele. Mas mesmo assim ele não me ouvia,queria fazer tudo o que eu fazia,dizia ele, que era porque ele queria ser igual a mim,ate minha dieta de assassinos ele aderiu. Quando Heidi trazia pessoas para cá ele pedia para eu usar meu dom nele,ou prendia a respiração ate que tudo acabasse, ele não podia sair,então eu sempre trazia alguém para ele, e fazia o mesmo exercício e alto-controle que eu fiz antes, mas não porque eu queria,e sim porque ele pedia. Ele achava que se aprendesse a se controla seria um vampiro melhor e bom igual a mim,e toda essa admiração me deixava com mas raiva ainda que eu tinha dele. Eu não era bom,e ele não entendia isso, eu cansei de explicar, que eu era pior do que qualquer um naquele covil, e ele rebatia dizendo que eu era o melhor,que para ele eu era seu herói. Eu não podia culpá-lo,a mente dele vai ser sempre de uma criança,e na maioria das vezes o doce e bom pai que é o herói do seu filho,e sempre ele que ajuda e ensina as coisas,e aqui ele não tinha ninguém que faça isso por ele,a não ser a mim, então tudo que eu fizesse seria visto como algo construtivo aos olhos dele.


Atrás do castelo dos Volturi,tem um lugar tipo um pátio, o único lugar onde não precisamos nos esconder do sol,pois os muros são bem altos e nenhum humano consegue ver. Eu estava lá sentado em um banco,e como era de se espera Pablo estava lá comigo sentando no mesmo banco que eu. Quando chega Anita.

- Alec preciso que busque Jane agora.

- Eu ainda não pensei na resposta.

- Você já teve tempo o suficiente para pensar.- Pior que era mesmo,mas eu estava tão ocupado com Pablo ultimamente que não tive tempo de pensar no assunto.

- E porquê você não vai?.- falei com a voz brusca.

- Porque eu não posso tocar em Jane. Assim, para mim trocar de lugar com uma pessoa eu preciso tocar nela e usar meu dom,mas por algum motivo que eu não sei explicar meu corpo sente minha presença e quando na pessoa no caso a Jane eu mudo de lugar com ela automaticamente,sem que eu precise usar meu poder,eu não posso evitar, é uma coisa tipo mas forte que eu.- Fiquei olhando para ela,ela podia ser outra pessoa por dentro,mas por fora era Jane minha única irmã pelo menos a única que estava viva,e eu não podia deixá-la sozinha. Mas não queria mudar de lado.

- Eu vou! Mas só vou ajudar desta vez,não adiantar pedir, implorar ou suplicar não vou me envolver mas com isso.- Eu falava tanto que não queria me envolver e estava cada vez mas envolvido. Mas só estava mesmo ajudando Anita para ela destrocar de lugar com Jane e eu tentar por um pouco de juízo na cabeça dela.- Onde ela estar?.

- Ela esta nesse hotel.- Ela me deu um papel com um endereço.

- Você esta doida? Isso é do outro lado da cidade. Não que a distância seja um problema,mas como vou carregar Jane em baixo desse sol sem que ninguém perceba a essa distância toda? Sinto muito mas não tem sombra em todo lugar.

- É você esta certo,deixa escurecer para você pode ir,mas tem que ser hoje.

- Porque a presa?.

- Como eu disse, Aro sabe.

- Como tem tanta certeza disso?.

- Não precisa ser muito inteligente para percebe isso.- Ela estava muito confiante de que ele sabia,eu por outro lado estava muito confiante de que ela estava me escondendo algo.

- Sabe de mas alguma coisa que eu não sei?.

- Sei o mesmo que você.

A noite chegou rápido,eu precisava calcular como entra aqui com Jane,sem que ninguém me veja.

- Anita tão tem como eu entrar sem que ninguém veja.

- Claro que tem, sei lá você dá um jeito.- Ela já estava abusando da minha boa vontade.

- Ta ok,eu já vou,fique de olho em Pablo.

- Deixa eu ir com você Alec.- Pablo pediu.

- Pablo você já esta cansado de saber que não pode sair.

- Aro não precisa saber,eu juro prende a respiração ate voltar para cá de novo.

- Melhor não.- Eu disse,e nem esperei ele falar mas alguma coisa,sai correndo. Corri o mas rápido que pude sem para um minuto,assim eu chegaria mas rápido,e mas rápida estaria fora desse problema.

Quando cheguei no hotel botei um óculos escuro,para o porteiro não ver meus olhos vermelhos.

- O que deseja?. – Perguntou um homem negro,e baixo com os cabelos parcialmente grisalhos e um pouco acima do peso.

- Preciso ir ao quarto 305.

- Qual seu nome e sobrenome por favor.

- Alec Volturi.- Ele pegou o interfone e falou.

- O senhor Alec Volturi deseja subir,posso deixar?.- Ele perguntou a alguém que parecia ser a voz de um homem. “ Sim,claro pode mandar subir”. Ele desligou o e indicou para que eu subisse. Peguei o elevador e caminhei ate o quarto que Anita avia me indicado. E bati na porta,um rapaz com os cabelos curtos cor de marfim, alto e forte,talvez mas forte que Felix com o olhos vermelhos abriu a porta.

- Ola !.- Disse ele com uma voz,grossa mas musical.

- Não posso entrar?. – Perguntei,pois ele estava parado olhando pra mim.

- Claro,a propósito sou Stevan.- Era de se esperar que ele seria o namoradinho da Jane.

- Não me interessa quem você é,não estou nem ai. Só pra você sabe,r não gosto nenhum pouco de você.- Eu disse com a voz ignorante.

- Calma cunhadinho.- Brincou ele.

- Não me chame assim,por culpa sua minha irmã esta metida nisso.

- Minha culpa? Eu não obriguei ela a nada.

- Não importa,só sua existência já é um mal que você faz a ela. E vamos deixar de papo,cadê, ela?. Ele não disse nada só apontou para cama,onde estava Jane que parecia que estava dormindo. Anita era bonita,tinha a pele morena assim disfarçava um pouco a palidez natural de vampiro,seus cabelos eram lisos e compridos, um corpo perfeito com curvas que lhe caiam bem. A peguei no colo,seu cheiro era maravilhoso.

- Obrigado cunhadinho.-

- Há, vai se ferrar Stevan.- Eu disse com raiva,mas ela riu.

Desci novamente,e o porteiro quando viu eu carregando Jane veio assustado.

- O que ouve,ela esta bem?.

- Ela esta ótima,só não queria acordá-la.- Ele sorriu,e voltou para seu lugar na portaria. Voltei a correr ate chega no castelo,fiz de tudo para não ser pego entrando com o corpo de Anita. Mas não adiantou muita coisa pois quando entrei no quarto, Aro estava lá.



***  

Ahhhh!!!    Obaaaa!!!!
Mandem coments se estão gostando, garanto que Hellena vai Amar!!!!  

Se não samba amados

A vingança Cap. 12

Olha como hoje tou boazinha! Vampira boazinha é MODA! rsrs  

bjinhus...

Boa leitura





Parecia que Pablo estava paralisando olhando fixamente para Caius,seu olha estava tão furioso que parecia que estava queimando.


- Você matou minha mãe.- Pablo falava gritando para Caius.

- Quem você pensa que é, para falar assim comigo?.- Caius perguntou irritado com a atitude de Pablo.

- Você estragou minha vida,me fez vira monstro igual a você,matou minha mãe e por culpa sua estou preso aqui para sempre.- Pablo estava estourando de fúria.

- Alec,controle esse menino ou mando mata-lo.

- Isso se eu não te matar primeiro.- Pablo disse e avançou encima de Caius,os dois começaram a brigar e Pablo por ser mas forte estava ganhando.

- Jane de a esse menino o que ele merece.- Gritou Caius,e a essa altura Pablo já tinha arrancado um pedaço da mão direita de Caius.- O que esta esperando Jane?Quero ver esse menino sofrer.- Anita olhava para mim desesperada.

- Eu disse a você,saia daqui eu resolvo.- Eu falei,e como Caius estava muito ocupado tentando não perde mas pedaços do que já tinha perdido,não prestou a atenção. Anita saio correndo,e eu parei Pablo com meu poder.

- O que deu nesse moleque?.- Perguntou Caius furioso,ele estava quase todo mordido e sem alguns pedaços que estavam se regenerando rapidamente.

- Desculpe Caius, não vai acontecer de novo.

- Mas é claro que não vai,vou matar esse menino agora.- Caius estava se preparando para atacar Pablo quando Aro chega junto de Felix, e Renata.

- Se acalme Caius.- Disse Aro.

- Me acalmar? Eu quero esse menino morto.

- Não é para tanto, vou só travessura de criança.- Aro disse com o sorriso sínico que eu odiava.

- Aro essa criança esta fora de controle,veja as cicatrizes de Caius.- Felix disse,e Aro ficou analisando as cicatrizes que o veneno deixou em Caius.

- Não vejo nada de mas ai,meu querido Caius seja mas paciente,você matou a mãe dele,ate eu iria querer matar você,se você estivesse feito isso comigo.- Ele disse dando uma piscadela para Caius,ele saiu bufando de raiva, mas desistiu de matar Pablo.

- Aro você esta absorvendo Alec e esse moleque de mais ultimamente. O que esta havendo? Castigue eles.

- Felix,porque eu castigaria Alec, se ele não fez nada. Ele ate ajudou, olhe.- Aro disse,apontado para Pablo, ainda sobre o efeito do meu poder.- E não vou castigar o menino,ele só esta chateado,eu sei que Alec cuidara dele.

- Mas...- Felix tentou rebater mas Aro nem deu chances.

- Sem mas nem menos, Felix,deixe Alec em paz,vamos.- Aro o chamou,e eles se foram. Eu peguei Pablo no colo e o levei para meu quarto.

- O que você fez? Cade ele,cade o monstro?.- Pablo perguntava confuso.

- Pablo eu quero te ajudar,mas desse jeito vai fica difícil. Olha,você não pode atacar mas aquele homem tá,não importa o que ele fez para você,mas ele é um dos lideres,se Aro não tivesse chegado ele poderia te matar,e eu não iria poder fazer nada.- Eu não iria me livra de Pablo tão cedo,talvez essa fosse melhor solução,se Caius tivesse matado ele, eu não teria que ficar dando uma de irmão mas velho.

-Mas eu iria matar ele antes que me matasse, mas alguma coisa me fez parar. Eu não sei explicar.

- Fui eu,eu fiz você parar. É o meu dom,é o que faço.- Ele olhava para mim com o olhar cheios de duvidas.- Presta atenção, a maioria dos vampiros tem um poder,o meu é esse, tira todos os sentidos das pessoas,foi o que eu fiz com você.

- Eu tenho poder também?.

- Eu creio que não,alias eu não sei. Você não demonstrou nada ate agora que possa indicar algum dom,mas se você tiver já,já você vai desenvolver. - Pablo estava me saindo maior do que a encomenda, cuidar dele vai ser como cria uma filho,ou coisa do tipo.

- Eu quero ter um dom igual você,você é legal comigo,me salvou,esta me ajudando. Porque não quer ser meu amigo?.- Ele me pergunto com um olhar tristonho,eu não respondi.- Porque você não gosta de mim?.

- Nesse castelo existem muitos vampiros,e todos eles matariam você se tivesse chance. Eu sou o único que te ajuda,nem me pergunte o porque,pois eu não sei. Então não me cobre nada,não sou obrigado a gostar de você, e nem ser seu amigo,pense em mim como um idiota que salvou sua vida.- Eu disse friamente,vi que minhas palavras magoaram ele,mas eu tinha que ser duro, não queria ter nem um vinculo maior com ele.

- Qual seu nome?.

- Alec.

- Então Alec,você não é meu amigo,mas eu sou seu. Meu pai sempre me ensinou a ajudar quem me ajuda,então vou te ajudar,vou sempre ser seu amigo.

A vingança Cap. 11

Impostora







- Descobriu isso sozinho?.- Zombou ela.


- Mas como? Porque?.- Perguntei confuso.


- Vim para proteger Jane,ela acha que Aro sabe que ela esta o traindo.


- Mas ele não sabe,quero dizer. Se ele soubesse já teria tomado as providencias dele.


- Ele já esta tomando,você não percebeu?


- Percebi o que?.- Aquela conversa estava me deixando cada vez mas confuso.


- Olhe bem para esta criança Alec? Aro precisa que você fique do lado dele, agora mas que nunca,precisa que você fique contra sua irmã.


- E eu estou do lado dele,Jane sabe que não vou trair os volturi.


- Tem certeza que esta do lado de Aro? E se ele matar Jane,mesmo assim vai apoiá-lo?.- Aquela pergunta tinha me pego de surpresa,eu não tinha pensado nisso antes. Se Aro matasse Jane, o que eu faria? Anita viu que eu não tinha resposta então continuou.- Agora você vê com clareza o que estou tentado te dizer? Aro precisa que você fique do lado dele a favor da morte de sua própria irmã.- Se o que ela estava dizendo fosse verdade,eu teria que escolher, mas qual caminho certo a tomar?.


- Para que mudou de lugar com Jane?.- Mudei de assunto.


- Preciso troca de lugar com Aro,para dar tempo aos outros de fazer um plano para tirar os volturi de vez do poder. Pois se Aro estiver mesmo sabendo,tudo que nos planejamos durante anos estará perdido.


- O que? Você não pode mudar de lugar com Aro. Vão descobrir,isso se não descobrirem que você não é a Jane.


- Não vão descobrir que eu não sou ela,Jane me explicou tudo.


- Claro que vão! Suponho que você não tenha os poderes de Jane certo? E se Aro manda você usá-lo? Sua mascara vai cair.


- Certo, não tenho os poderes dela,por isso preciso de sua ajuda.


- Minha ajuda? Não vou me envolver nessa loucura.


- Por favor Alec,você não precisa se envolver muito. Só preciso que você busque Jane,ela não esta muito longe daqui.


- Para que? Que pelo o que eu sei,Jane deve estar dormindo agora.- Falei sarcasticamente.


- Justamente por isso que preciso que você busque ela,pois para mim troca de lugar com Aro,primeiro preciso destrocar com ela.


- Eu não sei o que vocês estão planejando,só sei de uma coisa, eu não vou me envolver nisso. Então não conte comigo.


- Alec por favor,por Jane?.- Se eu a ajudasse, seria como fazer parte da traição,mas de uma maneira ou de outra eu teria que ajudar Jane,nem que fosse para ela largar esse clã de doidos que ela estava envolvida.


- Eu vou pensar ta. Mas não prometo nada,eu não estou do lado de vocês,estou do lado dos volturi,nem que para isso custe a vida de Jane.- Menti friamente,para ela não te esperanças de que eu estava trocando de lado. Olhei a hora,e já se passa da uma da manhã,calculei o tempo da transformação do menino,e faltava alguns minutos para ela acabar.- Ta vendo ele,a transformação dele vai acabar,preste atenção .Eu quero que você me ajude a segura-lo quando eu mandar.- Eu disse a Anita.


- Para que?.


- Ele precisa aprender a se controla,alem dele ser um recém-criado,é uma criança o que dificulta mas as coisas do alto-controle.- Eu disse,e parei de usar meu dom dele,em um salto ele se levantou.


- Por que me machucou?.- Perguntou ele,sem esta gritando sua voz parecia mas fina do que eu já tinha ouvido,e ele estando de pé parecia ser mas novo e mas baixo do que eu pensava.


- Não fui eu! já disse,ainda te ajudei a sentir menos dor do que de costume,quantos anos você tem?


- 12,agora eu entendo você me salvo do monstro não é?.- Ele era mas novo do que eu pensava,e estava achando que eu era o salvador dele,mas eu não era,nem amigo dele eu era,eu tinha ódio dele.


- Vamos esclarecer as coisas,primeiro não sou seu amigo,não sou seu irmão,nem seu salvador e muito menos uma pessoa que goste de você.- Falei com a voz dura,como prometi para mim mesmo iria muda só por dentro,por fora não mas.


- Você não é meu amigo? O que você é meu então?.- Eu teria que ter paciência com ele,e era paciência era uma coisa que eu não tinha.


- Vou te ajuda ta,mas não sou nada seu. Você lembra do monstro que matou sua mãe?.- Ela assentiu,mas vi que ele ficou triste.- Então você é alguma coisa parecido com ele agora.- Ele ficou assustado.


- Não,não sou,eu sou bom


- Você sabe que esta diferente,sei que sente isso,você agora é um vampiro.- Ele ficou parando olhando para mim,vi que ele tentava chora mas percebeu que não conseguia.- Vampiros não choram. Qual é o seu nome?


- Pablo,você também é um monstro?


- Sou,e você também.


- Não sou.- Ele não aceitava,eu iria provar que sim.


- Anita lembra o que eu te falei nê? Quando eu voltar.- Ela assentiu, e eu fui busca o humano.


Andei ate o quarto de Jane,e o humano estava lá dormindo.


- Se fosse eu no seu lugar, não conseguiria dormi.- Eu disse que ele deu um pulo de susto.


- Vai me matar agora?.


- Como eu já disse,eu não.- Falando o peguei,ele relutou mas arrastei ele assim mesmo. Antes de entra no meu quarto já estava usando meu dom em Pablo.


- Fique parado,ou vai ser pior. - Eu disse ao humano.- Anita segure Pablo.- Ela segurou,e eu segurei junto com ela,quando cessei o poder Pablo começou a se debater para se soltar de mim e de Anita,e ir atacar o humano,esse ultimo por sua vez estava olhando apavorado.- O que você quer Pablo?


- Quero ele,quero o sangue dele.- Falava ele gritando,fazendo de tudo para se soltar.


- Agora você duvida que é um vampiro?.


- Não! Me solte,por favor me solte.


- Pablo resista,se acostume com o cheiro.- Eu disse seriamente.


- Não dá,eu preciso do sangue dele.


- Você precisa aprende a se controla,então resista.- Fiquei segurando Pablo por quase duas horas,e ele não se aquietou um minuto tentado se soltar,e ele era forte de mas,mesmo com a ajuda de Anita ainda estava difícil segura-lo.- Pablo vou te soltar,mas preciso que você pare por pelo menos 1 minuto antes de atacar ele.


- Ele vai me matar? Ele parece um animal descontrolado. Por favor não o solte.- Implorou o humano.


- Como eu disse antes,se você se meche vai ser pior. Pronto Pablo,Anita o solte.- O soltamos e ele parou como eu tinha dito,mas foi por menos de 5 segundo,pois no segundo seguinte ele já tinha acabado com o todo sangue do humano.


- Eu quero mas.- Pediu ele.


- Por hoje é só Pablo,eu sei que deve estar com muita sede,mas é só o que eu tenho por hoje.


- Podemos procurar mas na rua.


- Isso seria um problema,porque nem era para você estar vivo. Olha, esse castelo é enorme,e é todo seu,estando dentro dele você pode andar por onde você quiser. Você não tem permissão de sair,ninguém pode saber que você existe, e mesmo se você pudesse sair,não seria agora,na rua você ficaria descontrolado com tanto cheiro humano.


- Nunca vou poder sair?.


- Não.- Quando eu falei,ele ficou apavorado com a idéia,e saiu correndo, eu e Anita vamos atrás dele. E quando o alcancei, ele estava parado de frente a pior pessoa que ele poderia ter encontrado no momento.   
 
 
 
 
**
 
Quem será? ???     

A vingança Cap. 10

Bom, gente eu sei que eu esatou atrasada aqui. Mas é por que meu computador deu pau, e o tecnico ( meu primo) so resolveu ontem e meu primo, (outro), queria assistir o corsel dourado! EU SOFRI onten!  rsrs 

bjos  ...
boa leitura!     


Matando a Sede



Já avia encontrado a solução,só faltava encontrar a causa do problema, e seria fácil em uma cidade do tamanho de Volterra. E como já estava noite seria mas fácil ainda.



Voltei a caminhar, mas agora livremente sem ter que me esconder entre as sombras,deixei meus ouvidos mas apuros, pois precisava mas deles nesse momento do que o olfato. Nas primeiras rondas pela noite escura nas ruas de
Volterra,não tive sorte em encontrar o que estava procurando,teria que ficar mas atento a cada fala a meu redor.



- Haaaa! - Escutei um grito,e de imediato o segui. E lá estava a solução do meu problema,três homens atacando uma mulher,e senti no mesmo momento que ao invés de receio, seria uma prazer pra mim matar cada um deles,afinal, porque eu me sentiria culpado de matar monstros igual a mim.



- Estrupo é crime! vocês sabiam?.- Os três homens olharam para mim,o maior e mas forte deles fechou as mãos em punho querendo me intimidar. Coitado, mal sabia ele.



- Por favor me deixe em paz. - Suplicou a mulher.



- Eu acho bom vocês soltarem ela.- Eu disse com a voz mas sombria que pude.



- E se nós não soltarmos, quem vai nos obrigar,Você?. - Disse o mesmo homem em tom de deboche,agora andando em minha direção,eu poderia ataca-lo e ele não teria nem tempo de reagir,mas ainda tinha a mulher se ela visse alguma coisa eu teria que mata-la também.



- Não duvide.- Eu disse, analisando minha situação,um deles estava segurando a mulher,o outro de costa para esse ultimo olhando para mim e para o que estava vindo em minha direção. Eu iria usar da força bruta,a mulher notaria isso,mas não teria muito para ela comentar, seria no máximo “Um menino muito forte me salvou”.



O homem que vinha,pensado que poderia me deter já estava perto o suficiente,o agarrei de costa para mim e segurei sua cabeça.



- Soltem ela,ou eu mato ele.- Os dos homens se olharam,certamente sem saber o que fazer. - Acho que vocês não ouviram direito,diz a eles para soltarem ela, se não quiser morrer.



- Soltem ela. - Disse ele,desesperado. O que a segurava a soltou.



- Corra.- Eu disse,ela não pensou duas vezes e saiu correndo.



- Me solte,ela já se foi, agora me solte. - Suplicava ele.



- Você acha mesmo que depois do que você fez,e sem contar quantas vezes já num deve ter feito,vou deixa-lo vivo?. - Os outros dois que ate então estavam só olhando, quando ouviram minhas palavras vieram e minha direção também, para tentar salvar a outros,usei meu dom neles e no mesmo instante ficaram sem sentidos.



- O que você que?.- Dei um risada irônica.



- Que mesmo saber?.- Eles fechou os olhos,provavelmente sabendo que a hora dele tinha chegado. Fiquei feliz por saber que o medo dele me fazia sentir bem,eu gostava daquilo, causar sofrimento,o que eu não gostava era causar sofrimento para quem não merecia,agora eu conseguia ver isso com muita clareza.



- Agora você saber o que aquela mulher,e entre outras muitas, sentiu quando você as atacou. Como é bom prova do próprio veneno,não é?.- Eu disse me divertindo muito com o medo dele.



- Eu não fiz nada.- Disse ele.



- É não fez,e nunca mas vai fazer nada mesmo.- Dizendo isso o mordi,saciando toda minha sede,me gloriando do doce néctar que era o sangue,minha garganta fervia com gosto do precioso liquido vermelho molhando minha boca. Coisa que me fazia pensar,como pude ter relutado tanto para sentir essa cessação tão agradável que era o sangue escorrendo por dentre minha garganta.



Quando terminei com todo sangue daquele homem,fui para o próximo. E quando iria atacar o terceiro me lembrei do menino que eu tinha quase certeza que odiava,e eu tinha dito a Aro que iria ser responsável por ele ( que burrice fui fazer de minha vida,como iria cuidar de um recém-criado sozinho). Ele teria que aprende a se controla por bem o por mal, e a essa altura a mudança deve esta quase no fim. Por isso peguei o terceiro homem que seria o lanche e ao mesmo tempo o teste do menino.



Corri o mas rápido possível,ate chega ao castelo Volturi. Entrei, e ao passar pela sala de estar estavam Felix,Aro,Renata e Caius e me olharam espantados.



- O que eu disse Aro? Ai esta Alec fazendo o que quer,como eu disse. - Disse Felix,e eu rosnei pra ele.



- Para que esse humano Alec?.- Perguntou Aro.



- Para a criança.



- Aro,faça alguma coisa. Você esta dando muita corda a Alec, ele já esta ficando descontrolado, olhe ele trouxe um humano.



- Felix se acalme,deixe que Alec se explique.- Aro olhou para mim esperando um explicação.



- O que, qual o problema?.- Perguntei,sabendo que não estava fazendo nada de mas.



- O que vai fazer com esse ai Alec, transforma-lo também?.- Felix já estava acabando com o resto de paciência que me restava.



- Cale a boca Felix,já disse que não devo nada a você.



- Então Aro,não vai fazer nada, de novo?.- Ele queria a todo custo que Aro me punisse,e se Aro fizesse isso com a influencia dele,eu juro que mataria Felix.



- Felix meu caro, deixe Alec,ele só esta com falta de diversão. Deixe ele se diverti do jeito dele,pode ir Alec só peço que tome cuidado com nossa identidade,fora isso se divirta.- Olhei para Felix,que estava explodindo por dentro. Com um sorriso de deboche no rosto,sai de perto deles.



Peguei o humano e o botei no closat de Jane,sem meu dom ele ficou olhando para mim em silêncio assustado.



- Você vai me matar?. Perguntou ele,dei um risada sem humor.



- Eu não!.



- Para que me trouce aqui? Se não vai me matar.



- Eu disse que eu não te mataria,e não que você ficaria vivo.



- O que isso quer dizer?.



- Você vai entender,e se eu fosse você não tentaria fugir. Vai por mim,você encontraria coisa pior do que eu aqui.- Senti o medo na sua respiração,tranquei o closat e sai.



Fui para meu quarto,como era de se esperar Jane estava lá,minha irmã ultimamente estava muito atrás de mim,ela já estava me sufocando com a locuras dela.



- Jane,o que você quer dessa vez?.



- Não sou a Jane já disse.- Ela respondeu,e o menino gritava.



- Jane saia do meu quarto agora,e so volte quando já estive curado sua loucura.



- Que droga garoto,já disse que não sou ela.- Ela falou gritando,e o menino gritando também,e aquilo estava me deixando louco.



-Para de grita..- Falei pra ela-. E você também.- Falei olhando para o menino,e usei meu dom nele para minha cabeça não explodir com aquela gritaria. Jane olhou pra mim espantada.



- O que ouve? A mudança dele já acabou,porque ele não se levanta?.- O que? Ela não sabia que eu que estava fazendo aquilo.



- Sou eu Jane,esqueceu?.



- Há é mesmo,tinha esquecido qual era seu dom.- Ela não tinha reconhecido meu dom,isso prova que ela estava falando a verdade. Mas que seria ela, se não a Jane?.



-Quem é você?.


- Agora você acredita.- Agora atava explicado para quem Jane tinha ligado. Jane avia sumido durante dos dias desde a ultima vez que falei com ela,e pelo jeito que ela saio daqui,ela só poderia ter sumido com o namoradinho dela.



- É claro,você não é Jane,você é Anita.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A vingança Cap. 09

Desculpas




- Jane eu não estou com tempo para brincadeiras.

- Mas eu não estou brincado.- Minha cabeça já esta cheia de problemas,e Jane estava querendo me deixar louco igual a ela.

- Que saber,não estou nem ai. Eu estou saindo!.- Ela tentou segurar meu braço. Mas eu fui mas rápido e desviei,fazendo isso sai de perto dela.

Estava caminhando em direção a saída,quando encontro Santiago no caminho.

- Alec, preciso falar com você.- Dava para o meu dia ficar pior? Eu nunca fui muito chegado a Santiago,quem era muito amigo dele era a Jane,para falar a verdade Jane era mas amigo dele do que de mim. E o que ele teria de importante para fala comigo? Provavelmente nada.

- Desculpe,estou com presa.

- É que eu fiz uma coisa muito errada.- Sera que agora eu virei diário? Todo mundo fazia seus erros e viam conta diretamente a mim,eu já estava carregando o peso da Jane,e não iria carregar o de Santiago também.

- Santigo,é serio estou com presa,por que não procura a Jane. Ela que é sua amiga não é?.

- Não posso! Então precisa ser você.- Meu deus qual parte do “Eu estou com presa” ele não entendeu?

- Já disse não posso falar agora,Tchau.-Dei as costa a ele,e continuei andado

- Alec me desculpe.- Pelo que eu me lembre ele não tinha me feito nada,sera que o mal da loucura era contagioso? Me virei,sem nenhum intusiasmo.

- Pelo o que?- Perguntei fazendo pouco caso.

- Você vai saber! só quero que saiba que não foi minha culpa e eu realmente peso desculpa e sinto muito.- Senti o desespero na voz dele,do que sera que ele estava se desculpado?

- Do que você esta falando?

- Você não estava com presa? Poder ir então.- Aquele idiota,estava tirando sarro da minha cara.

- Quer saber? To nem ai pra você,e pelo o que você fez. Eu estou indo.- Antes de eu sair ele me chamou.

- Alec?.- Com relutância olhei para ele novamente.

- O que foi?

- Eu realmente sinto muito,muito muito mesmo. Quero de verdade que você me perdoe.- Ele queria muito que eu o desculpasse,e eu tinha certeza que ele estava fazendo tempestade em copo de agua. Talvez se eu o desculpasse,seja lá por qual motivo ele parece de me encher.

- Não me importo com o que você fez.

- Por enquanto! mais quando você descobrir o que é,vai me odiar e só quero que saiba que não foi minha culpa,e desde já te peso desculpas.- Sera que ele não entendia que eu não estava nem ai para ele,precisava me livra dele mais a cada passo que eu dava ele falava uma coisa. Mas eu iria acabar com aquele assunto que pouco me interessava, e era já.

- Se é isso o que você quer,esta desculpado. Sera que agora você pode me deixa ir?.- Ele só assentiu com a cabeça,e eu finalmente estava livre dele.

Sai do castelo dos volturi,era dia e para meu azar o sol ainda estava a pino. Como eu iria conseguir achar alguém debaixo daquele sol?. Andei o mas escondido possível do sol,e agora o que fazer,como não matar pessoas inocentes? Precisava de alguma alternativa,mas qual?. Fiquei observando as ruas,escondido em becos escuros,e na minha cabeça só rodava frequentemente a mesma pergunta “ e agora o que fazer?”.Fiquei horas sentado escondido do sol,sem nenhuma ideia de como resolver minha situação, e não tinha jeito,eu teria que matar sem me importa quem era,me levantei e decidi matar a primeira pessoa que eu visse sem mas delongas ou conversas, e iria ser o mas rápido possível. Estava caminhado entre as sombras dos muros de um beto,quando na minha frente passa um homem com uma menininha que deveria ter uns 4 anos,eles estavam caminhando devagar por causa que o homem que parecia ser o pai da garotinha estava de mãos dada com ela,e seus pezinhos era pequenos de mais para o passos longos do pai. Olhei em todas as direções,e não vi ninguém,se eu o pegasse seria rápido e fácil não teria tempo nem dele gritar,eu não teria coragem de matar a garotinha,ela poderia ficar viva,algum humano cedo o tarde a encontraria. Estava me preparado para atacar o homem,quando a menininha olha para mim e sorri,o sorriso dela me impediu de atacar seu pai naquele momento,ela parou e ficou olhando para mim o pai parou junto com ela e seguiu o seu olhar,foi só ai que ele notou minha presença.

- Vem filha,vamos?- O pai a chamou,mas ela ainda olhava para mim sorrindo.

- Papai,não posso binca com o menino munito?.- Ela nem esperou a resposta do pai,e falou comigo.- Quer binca?...- Ela olhou bem pra mim,que estava serio.- Puque ta titi? Vamu binca!.- Sera que eu era uma ímã para atrair crianças? Eu continuei serio,sem falar nada. O pai deve ter visto que eu não estava para brincadeira pois puxou a menininha.

- Vamos filha,deixa o menino em paz.- Ele olhou para mim- Me desculpe.- Eu não respondi,estava prendendo a respiração. O pai volto a caminhar com a mesma lentidão.

- Eu quelo binca com ele pai.

- Não pode,eu já não te disse para não falar com estranhos.- Ele disse sussurrando,para que eu não ouvisse. A garotinha não disse nada,volto a olhar pra mim sorrindo e dando tchau com a mão,ela viu que eu continuei serio e não retribuiu seu sorriso e nem o seu tchau,então seu rosto ficou triste. Eu tinha que matar o pai dela? Como eu poderia deixar a garotinha sem pai,mas eu não tinha escolha teria que ser ele e pronto!.

- Senhor?- Eu falei, ele olhou para trás e o rosto da garotinha volto a sorrir ouvindo minha voz.

- Sim?- Como eu conseguiria carrega mais essa culpa? Se eu matasse ele,iria ficar lembrando do rosto da menina,como me lembro do de Camila. E novamente a pergunta volto a pairá na minha cabeça “e agora o que fazer?”,eu sou um vampiro não é da minha natureza ter compaixão. No que estou me tornando?.

- Me desculpe,eu fui muito mal educado.- Alec se você estiver ai dentro? Por favor volte,clamei a mim mesmo,eu precisava matar aquele homem mas a coragem me faltou.

- Não se incomode.- Ele disse e volto a caminhar,e a menininha mas um vez voltou a me dar tchau sorrindo,eu retribuiu um sorriso forçado,e acenei dando tchau também.

Já estava escuro,e eu ali na mesma situação sem solução do que fazer. E o pior de tudo, eu tinha que fazer. Mas como? Se toda pessoa que eu fosse matar encontrava um obstaculo pelo caminho Como eu queria o velho Alec de volta!, não queria esta assim,me importando tanto com pessoas inocentes,porque agora? Porque comigo?. Tinha que haver um jeito de eu suprir minhas necessidades sem ter que me sentir culpado por isso. E havia,meu deus como não pensei nisso antes? A resposta era obvia, e estava ali na minha cara o tempo todo,iria saciar minha sede sem ter que suja minha garganta com sangues inocentes.

domingo, 11 de abril de 2010

A vingança Cap. 08

 Mais um Capitulo!!!!  

Bjão Carolinda!


                                    Dedução



Voltei para meu quarto,e quando entrei o sangue do menino queimava minha garganta, eu estava com muita sede,mais precisava resistir e como Jane ainda estava lá o cheiro de vampiro com o do sangue se misturavam,assim me dava um alivio, pouco mais ainda sim dava.

- E ai vão matar ele quando?...- Ela olhou para mim,e viu minha expressão,que dava para ver que a sede estava ali me consumindo.- Ou você mesmo vai mata-lo?.- Disse ela me provocando.

- Por que você é tão negativa? Se estivesse lá iria saber.

- Para que eu iria lá,se já sei o que decidiram.

- Ai que você se engana.

- Como assim? Não vão mata-lo?. Ela ficou surpresa assim como eu também fiquei.

- Não.

- Impossível! Aro já mas permitiria isso.

- Vai lá,pergunte você mesma a ele.

- Alec...- Ela falou meu nome,e pausou.- O que Aro quer de você?.- Mas do que ela estava falando.

- O que? Ele não quer nada de mim.

- Há ele quer,vai por mim que ele quer.- O que Aro iria querer de mim? Meu mundo girava em torno do dele,não existe nada que eu possa ter que Aro já não tenha,á não ser o meu poder mais isso já estava oferecido a ele.

- Você esta enganada,Aro não quer nada de mim.- Ela não falou nada,seus olhos estavam no menino,que gritava e chorava de dor. Depois de alguns minutos de silêncio ela desviou seus olhos do menino e olhou para mim.

- Uma divida! Aro quer que você tenha uma divida com ele.- E porque Aro faria isso,Jane não estava falando coisa com coisa.

- Jane,para que Aro iria querer uma divida comigo,isso é completamente improvável.

- Ai que esta o problema. O por que?.- Sera que ele queria mesmo isso,para ter aceitado tão fácil a transformação de uma criança,alguma coisa ele devia querer.- E também,ele quer sua confiança. Quero dizer,ele precisa ter você do lado dele,pos ele te apoiou então ele precisa que você também o apõe. Mas porque?.-

- O que quer que seja que ele esteja planejando,eu estou do lado dele,eu sempre estou, somos da mesma guarda não faz sentido eu ficar contra ele. Então você esta enganada.- Mas uma vez ela fico em silêncio,pensativa olhando para o menino,Sera que Aro queria mesmo isso? Jane o conhecia muito bem,para ela esta falando devia ter alguma coisa sim.

- Ele sabe! -Depois daquele tempo todo pensado só isso que ela tinha a dizer,e eu não fazia ideia do que era.

- O que? Do que você esta falando?.

- Me empresta seu celular, rápido.- Peguei o celular e dei a ela,mas eu não estava entendendo nada.

- Para que?.- Ela pegou o celular,e não disse nada.- Que droga Jane,me fala o que esta acontecendo.

- Não posso,obrigado pelo Celular depois agente se fala.-Ela saiu do meu quarto,discando algum número. Mas o que ela quis dizer com “Ele sabe”? .Minha cabeça já estava cheia de coisas,eu que não iria me preocupar com as louras da Jane.

- Porque esta fazendo isso comigo? Por favor pare, não aguento mais.- O menino disse,agonizando de dor. O que ele queria de mim? Já não bastava eu ter salvado a vida dele,agora teria que amenizar a dor também.

- Escuta eu não estou fazendo nada com você,depois você vai entender tá. Olha eu posso ficar só um pouco,depois tenho que sair,se não eu mesmo vou acabar matando você.

- Então me mate,por favor me mate,mas faça essa dor para.- Usei meu poder nele. E durante dois dias da transformação eu fiquei ali usando constantemente meu dom sem para nele,a vontade de mata-lo já não era tanta pois o veneno já estava quase por todo seu sangue. Mas eu estava com sede,e usando meu dom assim sem parar um minuto estava me deixando fraco,eu não podia ficar tanto tempo assim sem beber sangue,e ainda me esforçando daquele jeito,eu precisava caçar não podia ficar mas sem um segundo naquelas condições. Como eu estava sentado no chão,me levantei e sessei o meu poder,e o menino começou novamente a gritar.

- Por que não me matou? Por que voltou a fazer isso comigo?.

- Não sou eu! me desculpe mas eu preciso ir.- Sai do quarto e dei de cara com Jane.

- Ate que enfim,Por que você sumiu? Sera que agora você pode me explica o que ouve aquele dia Jane.

- E quem disse que eu sou a Jane?.

sábado, 10 de abril de 2010

A vingança Cap. 07

07 Discussão




Estava caminhando ate o centro da sala,quando Felix vem em minha direção e pega a gola da minha blusa.



- Você ficou doido? seu moleque insolente.- Falou ele com toda agressividade,juro que mais um pouco ele iria me bater.



- Não devo nada a você Felix,o problema é entre eu e os lideres.- Felix nunca gostou de mim,e não perderia uma para ficar contra mim.



- O problema é de todos os Volturi.- Disse ele ainda me segurando pela blusa.



- Não estou nem ai para o resto dos volturi! Meu assunto é com os lideres e não com você,agora me solte.- Ele não me obedeceu,ainda me segurava com um olhar de que estava se segurando para não me bater ou ate mesmo me matar.



- Solte ele Felix.- Disse Aro. Ainda me encarando ele me soltou.- Agora me explique o que foi isso Alec. - Como eu iria explicar? Quando nem eu mesmo sei ao certo o que foi,Aro e todos os volturi aguardavam minha resposta mais eu estava completamente sem fala.- Estou esperando sua resposta Alec. - O que eu poderia falar? Foi impulso,um reflexo de momento? Não sei! Me sentia um burro por te feito aquilo,estava com raiva de mim e do menino que agora estava virando vampiro. Mas agora já era tarde,eu não poderia voltar atrás,e já que eu tinha chegado ate aqui não iria fraquejar mesmo estando com um ódio imenso do menino, iria lutar pela vida dele. Se não todo esse problema teria começado em vão.- Você não vai falar Alec? Se não quiser não precisa,eu mesmo descubro sozinho.- Ele disse se levantado,se eu não falasse nada ele iria escutar meus pensamentos.



- Não precisa Aro! Eu falo.- Eu não sabia o que iria dizer,mesmo assim precisava.- Eu só acho que ele não merecia morrer,por isso o salvei. Pensei em sugar o veneno mais vocês o matariam por saber de mais, então resolvi deixa a mudança acontecer.



- E porque você acha que ele não merecia morre? O que deu em você Alec?.



- Ele é só uma criança,acho que não devíamos matar crianças,e pensado bem pessoas inocentes também não,como a mãe do menino.- Todos os olhos da sala estavam em mim e a pressão de cada olhar estavam me deixando cada vez mais irritado com a situação que aquele menino me botou. Ou sera que foi eu mesmo?.



- E desde quando você se preocupa com as vidas que tiramos,desde quando se preocupa com as crianças? Você mesmo já matou crianças,não estou te entendo Alec, desde quando teve compaixão?.- A ultima frase de Aro me atingiu de forma inexplicável,sera que eu era mesmo aquele monstro que todos dizem que eu era? Para todos estarem estranho minhas atitudes das ultimas semanas eu devia ser pior do que pensava,e mesmo se eu fosse esse monstro tão cruel que me julgavam ser,porque sera que mudei tanto assim? Sera que foi mesmo só por causa de Camila? Eu não sei de nada, só uma coisa era certa eu estava totalmente diferente,mais é uma diferença que eu não queria ter. Eu não queria mudar,mas uma força maior que eu,uma força que eu não conhecia nem sabia o que era me levava a isso, e se estou mesmo mudado iria ser só por dentro,porque por fora, pelo mesmo a aparência eu iria fazer de tudo para continuar ou volta sendo a mesma.



- Eu nunca tive,e nunca vou ter compaixão Aro,e quanto as pessoas que matamos eu realmente não me importo com nenhuma delas...- Menti- Eu só quis da uma opinião de escolhermos vítimas que realmente mereça a morte,só acho que seria mais plausível se não fossem pessoas por exemplo o menino e a mãe dele,se é que você esteja me entendendo Aro.



- Sim,eu estou entendendo, só o que eu não entendendo o por quê disso tudo agora.- Como explicar isso agora? Cada palavra que eu dava,para tentar amenizar a situação eu teria que explicar,e de qualquer forma não adiantaria eu falar nada,eles não me ouviriam,a única coisa que fariam seria me julgar. O melhor a fazer é deixa esse assuntos das vítimas de lado e me concentrar no menino,que no momento era o assunto mais importante.



- Como já disse Aro,era só uma opinião cade a vocês seguir ou não,mais isso não vem ao caso no momento. Quero saber se você vai deixar o menino viver?.



- Você sabe a lei contra a transformação de crianças.



- A lei só cai em cima de crianças que não são capazes de aprender,bebês por exemplo. Mais ele não é um bebê,deve ter no uns 13 anos,ele seria capaz de seguir e aprender as leis dos vampiros.- Porquê eu estava sendo tão imbecil, porque estava lutando pela vida daquele menino? Que no momento eu mesmo mataria por conta da raiva que sentia dele. Jane estava certa, talvez eu esteja realmente ficando louco.



- Não sabemos se ele vai ser capaz de aprender,a racionalidade dele é muito pouca. E também ele pode ate não ser um bebê,mais ainda sim uma criança. O que os vampiros fora da guarda vão pensar? Nós impusemos a lei,e nós mesmo quebramos? Sinto muito Alec mais ele vai ter que morrer.



- Aro não o mate,estou te pedindo, ninguém precisa saber da existência dele e eu mesmo providenciarei que ele aprenda as nossas leis,caso contrario eu mesmo o matarei.



- Alec você sabe que eu nunca te neguei nada nessa guarda,mais isso é inaceitável.



- Me de esse voto de confiança,ele não vai causar problemas.- Eu espero mesmo que a vida dele vala esse esforço todo que eu estou fazendo,e eu falo serio quando digo que eu mesmo o matarei se causar algum problema ( eu acho ).



- Alec você pode ficar com seu bichinho de estimação,mais evite que ele cause problemas,que qualquer outro vampiro fora da guarde saiba de sua existência e o principal que aprenda as leis e que aprenda a se controla e não sair matando rua a fora.- Todos da guarda ficaram espantados com Aro,para falar a verdade ate eu,eu realmente estava pensado que ele mataria o menino. O que sera que Aro estava planejando? O que ele queria para aceita tal coisa? Como sempre estou com perguntas sem respostas.



- Pode deixar comigo.- Quando terminei de falar,Felix veio em cima de mim e me derrubou no chão,e começou a me bater.



- Pare com isso agora Felix.- Ordenou Aro,e no mesmo instante ele parou.



- Aro me desculpe,mais a transformação de uma criança é inaceitável,esse moleque precisa de um lição.- Felix disse olhando para mim.



- Meu querido Felix que decide as coisas aqui sou eu.



- Mas Aro, não pode deixar isso passar, daqui a pouco Alec estará fazendo o que quer aqui dentro,se não puni-lo agora depois já vai ser tarde.



- Punir como Felix? Me expulsando da guarda? Me matando?.- O provoquei com uma coisa que ele sabia muito bem que era verdade,Aro preferiria perde metade da guarda,do que Jane e principalmente eu,e Felix não aceitava isso,não aceitava ser submisso a mim.



- Você sabe! ainda te mato quando tiver chances.



- Ameaças Felix? Estou morrendo de medo.- falei com sarcasmo.



- Felix não ameasse Alec,esta decidido o menino vai viver.- Dei um sorriso de arrogância para Felix,que retribuiu um olhar cheio de ódio.



- Obrigado por sua compreensão Aro,agora vou me retirar.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

A vingança Cap. 06

06 Salvação










Todos os monstros da sala,estavam com o pescoço de uma vítima entre seus lábios,mas o que me chamou a atenção foi a vítima de Caius, pois era uma mulher que se debatia com a mordida dele,e mesmo sentido a pior e ultima dor que sentiria na vida ela chorava e mandava o filho fecha os olhos e correr,era um menino que não devia ter mais de 13 anos,era baixo com o cabelos pretos e pele clara, ele estava abaixado perto da parede vendo a cena horrível da morte de sua mãe. E quando vi o sofrimento da mãe por ver seu filho na mesma direção de morte que ela,quando vi sua coragem que mesmo sem força para lutar ainda queria salvar seu filho. Dentro de mim subiu um ar de revolta,não precisava ser assim,porque tínhamos que matar pessoa inocentes? Devia haver outro jeito, nós não precisávamos causar o sofrimento para quem não merecia.



Quando Caius terminou de beber todo sangue da mulher, olhou para o menino que no mesmo instante percebeu que já era seu fim, seu olhar de medo não negava isso. Caius avançou encima do menino e o mordeu,no mesmo instante corri em direção a eles e empurrei Caius que me olhou estranho,mais eu não quis nem saber peguei o menino no colo sai correndo em direção ao meu quarto,o cheiro do sangue do menino que escorria da mordia que Caius lhe deu, queimava minha garganta e atiçava a sede dentro de mim,eu precisava sair de perto dele para não termina o que Caius avia começou.



Abri a porta do meu quarto e o botei na cama, ele já estava sentido o efeito do veneno pois já gemia de dor. E eu precisava decidir, se deixasse a mudança acontecer matariam ele por ser uma criança,e se eu sugasse o veneno o matariam por saber de mais, eu estava em um beto sem saiba de qualquer forma ele morreria. Olhei bem para o rosto do menino,e notei que ele poderia ser um vampiro, ele era novo, mais racional, a lei só se aplicava em cima de crianças que eram incapazes de aprender as leis e os costumes dos vampiros,minha decisão estava tomada ele se tornaria um vampiro.



Sai do quarto,pois não aguentava o cheiro do sangue dele,e também eu tinha que me preparar para discussão com os resto dos Volturi,que não seria fácil. Eu teria que explicar uma coisa que nem eu mesmo sei direito.



Eu estava caminhado ate a sala dos lideres quando encontro Jane no caminho.



- Você ficou louco de vez Alec?.- Ela falou cheia de autoridade para cima de mim.



- Eu não fiz nada de mais.



- Nada de mais! Tem certeza que você não fez nada de mais?.



- Tenho.



- Ele é uma criança Alec,isso que você fez foi muito errado.



- E quem é você para falar de coisa errada Jane? Quando a mais errada aqui é você. - joguei na cara dela o que sabia.



- Não tem comparação uma coisa com a outra,e vê se fala baixo, não sei se você sabe mais aqui esta cheio de vampiros.- falou ela com sarcasmo.



- Claro que não tem comparação,eu salvei alguém. E o que você fez? Há deixa eu te lembrar,só esta traindo seu próprio irmão.- Me fiz de vítima de proposito,mais na verdade eu nem ligava muito pra isso.



- Você sabe muito bem que não é nada contra você,nessa batalha que com certeza venceremos não vamos lutar contra você Alec,seu lugar já esta reservado.- Aquela garota estava ficando cada dia mais doida.



- Você esta doida? Jane eu não vou mudar de lado se é isso que você quer saber e te garanto que com certeza vou lutar do lado dos volturi.



- É eu sei! Eu não disse que você lutaria do meu lado,o que eu quis dizer é que nessa batalha ninguém vai te ferir,ninguém vai lutar contra você e quando a vitoria já estiver ganhar você não vai te escolha á não ser fica do nosso lado.



- Vitoria? É o que veremos Jane,ninguém vai me ferir, mais eu não posso dizer o mesmo.



- Também sei disso. Sei que você já sabe,mais estão todos te esperando,só vou dar uma olhada no seu problema e já estou indo lá.- Ela disse e foi em direção ao meu quarto. Voltei a caminhar para a sala dos lideres,quando cheguei lá estavam todos,Marcus,Aro e Caius em seus tronos e o resto dos volturi espalhado pela sala,foi só ai que senti o peso do problema.

A vingança Cap. 05

Guardando Segredo




Já avia se passado duas semanas e Jane ainda aguardava minha resposta. Talvez fosse obvio, ou ela fingia que não via,mais eu não iria trair os Volturi, só disse mesmo que talvez mudaria de opinião para ela falar mais sobre esse novo clã,mas o que ela já avia me contado era o bastante para saber o tipo de perigo que vinha pela frente,pois eu teria que lutar contra minha irmã,se não a seguisse.

E de alguma forma eu também me sentia um traidor,porquê guarda o segredo dela já era uma traição. E já estava se tornando muito difícil guarda-lo, pois desde o incidente com Camila meu comportamento mudou bastante,e Aro notou isso e estava de olho em mim,sempre querendo escutar os meus pensamentos,e eu sempre arrumava um jeito de escapar do toque dele,coisa que eu nunca fiz, e por isso ele estava cada vez mais desconfiado de mim. Quando na verdade quem estava o traindo era a fiel escudeira dele,Aro nunca desconfiaria dela. Jane sempre se mostrou digna de confiança e por isso era tão fácil para ela traio-lo sem que ele desconfiasse de nada.

Hoje é dia de Heidi atrair pessoas para nos satisfazer,mais eu não estava nenhum pouco afim de participar desse banquete,a culpa pela morte de Camila ainda estava dentro de mim, e isso me deixa com receio de tirar outras vidas inocentes. Sera que vampiros podem ficar traumatizado? Pois se podia, esse seria o nome perfeito para o que eu sentia no momento. Trauma!.

Eu estava junto de toda a guarda,na sala dos líderes esperando o momento certo de ir atacar as pessoas.

- Esta na hora.- Veio Heidi avisar. Todos caminhavam em direção ao grande salão onde as vítimas estavam. Aliais, todos menos eu.

- Você não vem meu caro Alec?.- Perguntou Aro.

- Não estou com sede.- menti.

- Como não esta com sede? Você não bebe sangue já faz duas semanas.- Ele estava certo,eu podia estar com a consciência pesada,mais a sede pouco a pouco esta me consumindo por dentro,e eu sabia que em algum momento ela iria vencer a culpa,e eu voltaria a matar sem pena.

- Eu descido quando estou com sede Aro.- Eu disse com a voz meio brusca.

- Tudo bem,eu não vou insistir, só falei por falar nos vemos daqui a pouco- Ele disse estendendo a mão em despedida para eu aperta,mais o que ele queria mesmo era escutar os meus pensamentos e se fizesse Jane estaria perdida. Então, sorri e dei uma tapinha em seu ombro,me virei e sai de perto dele em direção a sala de estar. No caminho passei em frente ao salão onde estavam todas as vítimas. Com a sede que eu estava, o cheiro de cada humano me atingiu como raio,trazendo de volta aquele predador sedente de sangue sem pena que eu sempre fui,por um momento fiquei feliz por saber que o Alec de sempre estava de volta, aquele Alec sem dó nem piedade de ninguém.

Os gritos que eu escutava de fora do grande salão,alimentavam o monstro dentro de mim e a vontade de ir ate lá e me ajuntar aos outros. E eu queria tanto isso que a culpa que eu sentia nem estava mais presente ali,o que eu só conseguia sentir era sede e impulso de ir ate lá ,então caminhei em direção a porta do salão e a cada passo que eu dava o cheiro de sangue fresco enchia meus pulmões me deixando cada vez mais desnorteado.

Mais quando eu abri a porta,vi uma cena que matou o monstro e a sede dentro de mim,a minha reação com essa cena foi tão inesperada que nem eu mesmo me reconheci, nesse momento eu percebi que o velho Alec nunca mais voltaria.

A vingança Cap. 04

04 Traição




Caminhei ate meu quarto,que não ficava muito longe do de Renata e quando entrei a minha irmã estava sentada em minha cama.



- O que você quer,já não se divertiu muito por hoje?- Eu e Jane nunca fomos a especie de irmãos unidos, foi sempre ela lá no canto dela,e eu aqui no meu. Nós tínhamos pensamentos muito diferentes mais naquela Clã que eu me recusava a chamar de família ela e Renata eram as únicas que eu confiava.



- Preciso falar com você.



- Fala.- Ela hesitou por um momento antes de falar.



- Eu estou namorando.- Acho que ela estava louca,desde quando ela dava satisfação de sua vida pra mim, se ela estava namorando problema dela. Mesmo assim com quem? Ninguém da guarda nunca a interessou.



- Com quem?.



- Ai que esta o problema,me uni a ele contra os Volturi.- Sim ela realmente tinha ficado louca.



- Você esta doida. Quer morrer? Conta essa história direito.



- Conheci ele a uns anos,no inicio ele só veio me fazer uma proposta para me unir ao Clã dele,mais nós acabamos nos se relacionado,então eu decidi ficar ao lado dele.-



- Outro clã? Quem são eles?.



- Eles ao todo são 5,parece pouco para lutar contra os Volturi, mais são extremamente poderes,Creio que o líder conseguiria acabar com os Volturi sozinho se quisesse. - impossível, se ele fosse mesmo capaz já teria feito.



- E porque ele não fez até hoje?.



- O poder dele é muito perigoso, porquê meche com o tempo e espaço,ele pode ver o passado e manipula-lo,assim ele controla o momento mudando as decisões das pessoas. Mas ele não gosta de usar seus poderes à não ser que precise muito,pois quando ele muda o passado afeta o futuro e como ele não pode saber como vai ficar o futuro ele prefere não usar seu dom para não calçar um desiquilíbrio. E também o poder dele é limitado,ele só pode muda as decisões mais não os acontecimentos,e uma vez que ele mudo o passado,não pode retorna e muda de novo o mesmo passado.- Fiquei boquiaberto com o dom dele.



- Que dom impressionante,qual o nome do líder? E quem são os outros?.



- O líder se chama Hentony. Os outros são Agatha,Stevan,Angel e Anita.



- Dons?. Eu perguntei com um pouco de curiosidade na voz.



- Stevan é meu namorado,ele pode absorver poderes de outros vampiros,mais só se ele tocar,e ele só fica com o dom do outro vampiro por um limite de tempo.- Acho que ela sabia o que eu ia perguntar pois falou.- Ele não sabe o tempo certo,sempre varea,o minimo que já chegou foi uns 10 minutos o máximo foi três dias.



- Os outros?



- Agatha,tem o dom de descobri a mentira, o dom dela não dá para explicar muito bem nem ela mesmo sabe como funciona,mais é um dom muito bom ,ela sempre sabe quando outro vampiro esta mentido,e é um dom que ninguém consegue enganar,se mentiu ela descobre no ato.



"Angel,ele tem um poder super letal para quem for seu oponente em uma batalha,ele simplesmente suga todas as força de seu adversário o deixando tão fraco que ele fica no chão incapacitado de reagir, em humano é diferente ele suga toda força vital,assim o humano não fica fraco simplesmente morre."



"Anita, pode fazer transição de corpo,mudando de corpo com quem ela quiser,ela pode usar o corpo da pessoa escolhida,mais a pessoa não pode usar o dela, e como se a outra ficasse dormindo dentro do dela,porque o poder dela permite que ela use os corpos de quem ela quiser ,já a outra pessoa não,então fica sem capacidade de fazer completamente nada dentro de seu corpo."



- Jane,os poderes deles são muito bons só não entendo porque você esta traindo os Volturi,você sempre foi muito legal a eles. É só por causa do Stevan? Porque se for, chama ele pra guarda Volturi e para de nos trair.



- Não,não é só por causa dele e sim pela Família toda,eu acredito que eles são melhores pra serem a guarda real,Claro eles também tem ambição de poder como Aro,mais sabem dividir as coisas,cada um tem sua opinião,seu lugar de honra no clã e não simples capacho igual nós somos aqui Alec. Se junte a mim, com você junte de nós os Volturi perdem muitos pontos sem os irmãos morte.- Ela queria que eu cometesse traição contra os Volturi,mesmo não estando muito feliz com a vida aqui,eu não poderia fazer isso, esse novo Clã era bem poderoso,mesmo assim seria suicídio ir contra os Volturi. Jane estava louca e eu não podia deixar ela comete essa loucura,ia sonda o máximo que eu pudesse da situação.



- Jane eu não posso,mais eu quero que me conte tudo sobre esse novo Clã.



- Sinto muito Alec, já que você não vai se junta a nós,não poderá saber mais de nada.



- Jane você sabe que não vou entrega-la,então pode me contar.



- Eu sei que não me entregara,mais Aro ler pensamentos esqueceu,se você souber de mais poderá estregar tudo,tem coisas que nem eu mesma sei para proteção do Clã.



- E se eu mudar de ideia, você conta?



- Conto,quando você tiver sua decisão nós voltamos a conversar.- Então ela se levantou,e saiu.

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